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Brasil Política

Coletivos suprapartidários lançam manifesto por impeachment e novas eleições

Trinta e dois coletivos independentes e suprapartidários da sociedade civil lançaram um manifesto nesta segunda-feira (12) pelo impeachment  de Jair Bolsonaro e exigem anulação das eleições de 2018.

Segundo informa o comunicado divulgado pelos coletivos, “Grupos pró democracia atuando no Brasil e no exterior se unem para dizer à sociedade que está na hora de dar um basta e impedir a continuidade do governo. O objetivo é mobilizar cidadãos que exigem um basta nos crimes de responsabilidade de Bolsonaro”

O manifesto aponta como motivo:

Falta de decoro para com o cargo que ocupa, o que configura crime de responsabilidade de acordo com a lei 1.079, de 1950, que  tipifica os crimes de responsabilidade passíveis de impeachment do presidente da República. Diz o artigo 9º, VII: “Proceder de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo”

“As eleições foram fraudadas com  “fakenews”, com um sistema milionário de disparo de mensagens e com prisão e silenciamento do principal adversário, Luiz Inácio Lula da Silva ,sem provas materiais e o possível conluio de juízes e promotores evidenciado com vazamentos de conversas eletrônicas pela mídia”, denuciam os coletivos.

Os grupos que totalizam centenas de ativistas e mobilizam milhares de pessoas em seu trabalho irão, a partir de hoje, lançar campanhas midiáticas, articular- se com lideranças políticas brasileiras e internacionais, criar materiais, realizar protestos e atos públicos. O objetivo é conscientizar a sociedade brasileira que é intolerável e inaceitável seguir aceitando as barbaridades comunicadas pelo presidente e os atos nefastos de seu governo contra a democracia e o estado de bem estar social conquistado com o esforço e luta desde a retomada da democracia no Brasil.

Os ativistas entendem que diante dos enormes indícios de fraude eleitoral denunciados logo depois das eleições de 2018 e agora com a chamada ” Vazajato” o Brasil só poderá retomar o caminho democrático com a anulação do pleito de 2018 e a convocação de novas eleições.

Fonte: Agência Brasília