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Depois de puxão de orelhas, Alexandre Guerra,   ex-candidato ao GDF é  afastado da diretoria do Giraffas

Quando se fala da importância do saber votar, é para se proteger de candidatos que se apresentam como o que está no comando do país e dos que tenham potencial semelhante.

Alexandre Guerra foi candidato a governador  do Distrito Federal pelo partido NOVO e ainda logrou a confiança de 63.261 eleitores. Apenas 4,19%. É uma votação pequena, mas poderia ser apenas um primeiro passo e num futuro poderíamos ter  uma reedição do que hoje temos no Alvorada.

 

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Giraffas afasta diretor que disse que trabalhadores devem ter medo de perder empregos durante a pandemia

O Conselho de Administração da rede de comida fast-food Giraffas decidiu afastar Alexandre Guerra da direção da rede, depois do vídeo em que o empresário diz que empregados “que estão numa boa” no home office devem ter medo de perder o emprego à meio à pandemia de coronavírus.

Segundo o jornalista Vicente Nunes, colunista do Correio Braziliense, Alexandre detém 1% das ações do Giraffas e é filho do fundador da empresa. “Desde o início desta semana, o comando da empresa vinha sendo pressionado a afastá-lo, sob o risco de uma onda de boicote prejudicar de vez a empresa, que já sente o baque do fechamento de lojas para conter a disseminação da Covid-19”, diz o jornalista.

As declarações de Alexandre Guerra, chocaram até o pai dele, Carlos, que gravou um vídeo para desautorizar o filho. Segundo ele, ninguém é autorizado a ser porta-voz do Giraffas e dar declarações em nome deles. “Neste momento, só eu estou autorizado.”

“Alexandre Guerra é meu filho e fez gravações de vídeos que nós não concordamos e pedimos que não fossem conectadas ou vinculadas ao Giraffas. Infelizmente, por motivos óbvios, isso aconteceu”, explica Carlos, em vídeo publicado no site Metrópoles.