Cidade Saúde

Ceilandense faz descaso com o decreto do GDF

 
 

É incrível o descaso da população com sua segurança pessoal de parentes e amigos.

Se o cidadão não valoriza a própria vida, é um direito dele, mas não pode em nome desse direito por em risco pessoas de seu círculo familiar e social.

As vezes acho que a população age como menino teimoso. Se escondendo e fazendo o errado. É preciso saber que a morte ronda a todos e que se as autoridades tem mais condições de cuidados médicos,( Bolsonaro tá fazendo dois eletrocardiograma por dia) grande parte da população é mero número. A responsabilidade de contágio é pessoal. Quando o governo libera lojas e shoppings etc, não é obrigação ir lá, é opção.

Vá e se transforme em estatística. Seu nome não vai aparecer nem nos obituários.

Tá na hora de deixar a tolice de achar que o coronavírus é apenas uma gripezinha. Cuidem-se!  Ou não,  cemitérios com certeza não faltarão.

Leiam a matéria do metrópoles hoje:

Aglomeração, ambulantes e lojas abertas: Ceilândia ignora restrições

Reportagem do Metrópoles esteve no centro da cidade e conferiu comércio funcionando, muita gente reunida e pessoas sem máscara

Decreto determina fechamento do comércio não essencial em Ceilândia, Sol Nascente e Por do SolRAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES
ATUALIZADO 09/07/2020 11:41
A cidade que lidera o triste ranking de casos e mortes por coronavírus no Distrito Federal segue com a rotina de normalidade. Na manhã desta quinta-feira (9/7), na área central de Ceilândia, a movimentação registrada pela reportagem era grande. A maioria com máscaras, mas é possível flagrar alguns sem a proteção facial de uso obrigatório. O descumprimento da medida prevê multa.

Mais do que isso, toda a movimentação e a circulação das pessoas nas ruas desobedecem decreto publicado na noite de quarta-feira (8/7). Nele, o governador Ibaneis Rocha determinou o fechamento de atividades não essenciais em Ceilândia, Sol Nascente e Pôr do Sol a partir da 0h01 desta quinta. O prazo, segundo o texto, é indeterminado.

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A medida foi tomada pelo aumento dos números da Covid-19 nas cidades. Ela ocorreu há cerca de um mês, quando restrições entraram em vigor por 72 horas nas mesmas regiões. À época, o movimento ficou tímido. Nesta quinta-feira, porém, diversos comércios amanheceram com as portas abertas.

A presença dos ambulantes nas calçadas, por exemplo, aumentou. O Metrópoles não constatou a presença de fiscais nas ruas. Contudo, a Feira Central de Ceilândia, está fechada.

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