Internacional Política

Em Roraima, Mike Pompeo ameaça Maduro: “vamos tirá-lo de lá”

Nicolas Maduro, Mike Pompeo e Ernesto Araújo (Foto: Reuters | Reprodução/Youtube)

Com apoio do governo de Jair Bolsonaro, o secretário de Estado dos Estados Unidos criticou o presidente da Venezuela e disse que Nicolás Maduro “está impactando na vida dos EUA”.

O secretário de estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, visitou a cidade de Boa Vista, em Roraima, nesta sexta-feira (18) e voltou a fazer ameaças contra o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

Ao lado do ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, Pompeo disse que os Estados Unidos querem “representar as pessoas da Venezuela acusou o presidente venezuelano de ser “narcotraficante”. “Não devemos esquecer que ele está destruindo seu próprio país e também é um traficante de drogas. Está impactando na vida dos EUA. Mas vamos tirar ele de lá”, afirmou.

A próxima agenda é na Colômbia: do Brasil, ele segue para Bogotá para se reunir com o presidente Ivan Duque. Com esse encontro, ele terá visitado todos os países que fazem fronteira com a Venezuela.

Ao lado do ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, Pompeo disse que os Estados Unidos querem “representar as pessoas da Venezuela acusou o presidente venezuelano de ser “narcotraficante”. “Não devemos esquecer que ele está destruindo seu próprio país e também é um traficante de drogas. Está impactando na vida dos EUA. Mas vamos tirar ele de lá”, afirmou.

A próxima agenda é na Colômbia: do Brasil, ele segue para Bogotá para se reunir com o presidente Ivan Duque. Com esse encontro, ele terá visitado todos os países que fazem fronteira com a Venezuela.O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, criticou a visita de Mike Pompeo e as ameaças à Venezuela. “A visita do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, nesta sexta-feira, às instalações da Operação Acolhida, em Roraima, junto à fronteira com a Venezuela, no momento em que faltam apenas 46 dias para a eleição presidencial norte-americana, não condiz com a boa prática diplomática internacional e afronta as tradições de autonomia e altivez de nossas políticas externa e de defesa”, disse Maia em nota.

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