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Não bastasse o coronavírus, cientistas alertam para as “vespas assassinas” que apareceram nos EUA

(Foto: WASHINGTON STATE DEPARTMENT OF AGRICULTURE)
 
 

Desde dezembro de 2019 apareceram nos EUA as “vespas assassinas”, até agora restritas ao Japão. As picadas da Vespa mandarinia podem medir mais de 5 cm e podem matar um ser humano

 

Segundo a jornalista Alessandra Corrêa, da BBC, escrevendo de Winston-Salem (EUA), elas liberam uma toxina tão potente que pode causar a morte de uma pessoa que tiver levado várias picadas, mesmo se não for alérgica.”No Japão, entre 30 e 50 pessoas morrem por ano (vítimas de múltiplas picadas da vespa gigante asiática)”, disse a bióloga Jenni Cena, do Departamento de Agricultura do Estado de Washington (WSDA, na sigla em inglês).

Sua picada é descrita como extremamente dolorosa, e o ferrão é tão longo que pode penetrar até mesmo o traje de proteção usado por apicultores. Mas, segundo Cena, elas só atacam humanos caso sejam provocadas ou se sintam ameaçadas.

Desde dezembro de 2019 apareceram nos EUA as “vespas assassinas”, até agora restritas ao Japão. As picadas da Vespa mandarinia podem medir mais de 5 cm e podem matar um ser humano

(Foto: WASHINGTON STATE DEPARTMENT OF AGRICULTURE)

 As chamadas vespas gigantes asiáticas (Vespa mandarinia) podem medir mais de 5 cm e são tão letais que receberam de cientistas o apelido de “vespas assassinas”. Ela foram vistas pela primeira vez nos Estados Unidos em dezembro do ano passado e sua presença vem provocando alarme entre apicultores e entomologistas americanos.

Segundo a jornalista Alessandra Corrêa, da BBC, escrevendo de Winston-Salem (EUA), elas liberam uma toxina tão potente que pode causar a morte de uma pessoa que tiver levado várias picadas, mesmo se não for alérgica.”No Japão, entre 30 e 50 pessoas morrem por ano (vítimas de múltiplas picadas da vespa gigante asiática)”, disse a bióloga Jenni Cena, do Departamento de Agricultura do Estado de Washington (WSDA, na sigla em inglês).

Sua picada é descrita como extremamente dolorosa, e o ferrão é tão longo que pode penetrar até mesmo o traje de proteção usado por apicultores. Mas, segundo Cena, elas só atacam humanos caso sejam provocadas ou se sintam ameaçadas.

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