Política

Um incompetente pra lá de inconsequente

Foto - g1.globo

 

 

O atual presidente do Brasil, também conhecido como capitão Bolsonaro, servia no Exército sob a patente de primeiro tenente. Foi aposentado de forma prematura por problemas psiquiátricos e por representar grave perigo a briosa instituição: Tentou explodir (dizem) o paiol  do quartel – espécie de armazém de munição- Motivo: aumento do soldo. Por essas e outras foi como dito, aposentado. Pela lei o militar se aposenta com uma graduação acima da que estava em exercício.

Sua passagem pela Câmara Federal, que teve a longa duração de seis mandatos, ou seja, 27 anos de insignificância. Começou a ser notado pela mídia que o procurava para entrevistas muito mais pela figura folclórica que é do que por sua atuação política. Envolveu-se com polêmicas por defender torturadores, homofobia, machismo e por dizer que não estuprava uma colega deputada, Maria do Rosário, sua adversária política, porque achava que ela não merecia por ser muito feia.

Lançou-se candidato à presidência no vácuo deixado pelo golpe que derem sobre Dilma Rousseff.

Durante a campanha, fugiu dos debates, sofreu um duvidoso atentado que nunca foi explicado. Prometia extinguir do planeta os petistas e os gays. Prometeu enviar muito capim para saciar a fome dos nordestinos, além de armas para todo cidadão de bem, desde que seu seguidor.

Eleito, durante estes dois anos vive de escândalos familiares, fugas de ministros, picuinhas com a imprensa e abundantes fake News, idolatria ao não menos polêmico ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump e comprou uma briga que não é nossa, com o nosso maior comprador e promessa de maior potência global do planeta em cinco anos, a China.

Afirmam alguns, que Bolsonaro usa sua rejeição às vacinas e negação da pandemia, como “pano de fundo” para ocultar sua desastrosa gestão.

Mas como “mentira tem pernas curtas” e “quem muito fala dá bom dia a cavalo”; ontem Bolsonaro confessou a seguidores e jornalistas presentes que o Brasil está quebrado e que ele não pode fazer nada. E ainda ameaçou: “Vão ter que me aguentar até final de (20)22, pode ter certeza”, continuou ele.”

Afirmam ainda alguns, que na realidade, faz o que faz e diz o que diz para que o retirem da cadeira presidencial, mas… quem? Cadê alguém de brio e patriota de verdade para defender os interesses da nação?

As instituições estão funcionando normalmente:  Juízes de primeira instância não cumprem determinação dos ministros do supremo. Delegados consultam juízes em férias se devem ou não cumprir ordem judicial expedida por desembargador em plantão, o que significa que é naquele momento o próprio tribunal.

A quem interessa a permanência do Jair Bolsonaro no planalto? Porque não se movem quem pode fazer alguma coisa? O ainda presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, está sentado sobre mais de 50 pedidos de impeachment. Porque não aceita ao menos um? Falta de apoio popular ou interesses escusos?

Agora que declarado está que o Brasil está quebrado, o que fazer? Aceitar por  dois anos ou mais os desmandos  Bolsonaristas sob a ainda possível possibilidade de sua  reeleição?

Realmente, o Brasil é um país surpreendente.

A única conclusão que chego é que Sofremos da síndrome de Estocolmo.

 

 

Publicidade