Há mais de 500 dias, ou há quase dois anos, que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) espera que o presidente Jair Bolsonaro apresente as provas de fraudes nas urnas eletrônicas, e o presidente não apresenta, porque não tem prova nenhuma.

Mas, o mais interessante nessa questão, é que o presidente foi informado de que as urnas eletrônicas utilizadas pelo TSE foram desenvolvidas por engenheiros militares das três Armas – Marinha, Exército e Aeronáutica -, os mesmos engenheiros militares que desenvolveram o sistema de Informática usado pelas Forças Armadas.

Perdido nas suas argumentações, Bolsonaro tentou se agarrar a uma narrativa falsa, já comprovada, feita por cibernético desqualificado, e também foi aconselhado a não apresentar a tese, para também não se desmoralizar.

Daí, causou estranheza a narrativa esta semana sobre a ameaça do ministro da Defesa, Braga Neto, sobre a exigência do voto impresso na eleição do ano que vem, ou não haverá eleição. A ameaça de Braga Neto foi feita através de um emissário, ao presidente da Câmara, Arthur Lira, segundo denunciou e reafirmou o jornal Estado de S. Paulo.

Braga Neto nega tudo, mas entre a negativa do ministro e a reportagem do Estadão, fico com o Estadão, ou seja, eu acredito na veracidade da reportagem do jornal. Até porque, na nota que leu para explicar o episódio, o general concluiu deixando a confirmação nas entrelinhas.

Tudo, porém, não passa de bravata, porque vai haver eleição e não haverá voto impresso, porque o voto impresso é o recibo para prestar contas às milícias, aos vendilhões do templo, também conhecidos pela alcunha de pastores, e aos ‘coronéis” do voto de cabresto.

Simples assim.

Punblicado origin almente em Blog do Bob  Gazetaweb