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Debate Uol e SBT: Dilma surpreende, Marina se enrola e Aécio vira nanico

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Por Renato Rovai no Portal Fórum

Na segunda oportunidade que pôde fazer pergunta, Dilma também foi de Marina. E foi direto ao ponto do Pré-Sal. Disse que das 242 páginas do seu programa, Marina havia dedicado apenas uma linha a essa questão. Marina de novo não deu uma resposta direta. Tergiversou como pôde, mas depois disse que irá continuar a exploração, mas também olhando para o futuro e para outras fontes energéticas. Dilma lhe disse que aquilo que ela menosprezava valia 1 trilhão de reais. E Marina de novo não foi direta na resposta.
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MARINA RECONHECE ‘FALHAS’, MAS PERDE APOIO GAY

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“Cada povo tem o governo que merece”, por Percival Maricato

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Intrigante a preferência por Roberto Arruda nas pesquisas eleitorais no Distrito Federal, pelos descendentes de ACM na Bahia, de Paulo Maluf por tantas eleições entre os paulistanos.

Diz-se que um dos problemas do país são seus políticos. Além dos nepotistas (incluo aqueles que se aproveitam do renome para eleger mulheres, filhos, irmãos, cupinchas), corporativistas, incompetentes, temos os mais nocivos que são os corruptos. E não obstante muitos deles serem declaradamente corruptos, terem sido flagrados em atos de corrupção, basta se candidatar e são eleitos,  às vezes com até metade dos votos possíveis.
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WANDERLEY GUILHERME: “PROPOSTA DE MARINA É AUTOFÁGICA, INVIÁVEL”

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Para mestre da Ciência Política, cada proposta da candidata do PSB serve para um país diferente. “Como é possível desprezar o Pré-Sal?”‘

Há meio século que o professor Wanderley Guilherme dos Santos tornou-se uma das grandes referências para o debate político brasileiro. Wanderley era um estudante de 27 anos quando escreveu “Quem dará o golpe no Brasil,” texto que antecipou, em 1962, os desdobramento do conflito que levaria ao golpe de 1964. Em 1998, publicou “Décadas de Espanto e uma Apologia Democrática,” livro um essencial para o entendimento da Era Vargas e dos anos FHC — ali explica que a luta permanente contra a CLT, a Consolidação das Leis Trabalhistas, é a única causa que unificou o conservadorismo brasileiro depois do Estado Novo. Aos 79 anos, professor aposentado de Teoria Política na UFRJ, ele deu a seguinte entrevista ao Brasil 247:

PERGUNTA — Em função das pesquisas, muita gente diz que Aécio é carta fora do baralho. O senhor concorda?

RESPOSTA – Se as eleições estiverem desproporcional e irreversivelmente contaminadas pela emoção, o resultado torna-se racionalmente imprevisível. Admitindo uma linha de racionalidade, e assistindo aos programas televisivos e entrevistas, observo que, para um eleitor anti-governo, ou anti-petista, de um modo geral, o candidato mais consistente, cujos planos são realizáveis, é Aecio Neves. Os preços sociais, de identidade nacional e de comprometimento de futuro são também relativamente previsíveis e cabe ao eleitor decidir que composto de bens e males ele prefere.
PERGUNTA — E a campanha de Marina Silva?
RESPOSTA — É diferente no caso da candidata Marina Silva que propaga a tese de que os problemas do país decorrem da competição entre o PT e o PSDB, cuja superação pela vitória de uma terceira sigla teria potencial para, por sí só, encaminhar de forma benéfica todas as soluções que a competição tradicional impede. Esse equívoco de diagnóstico (se é que a candidata e seus assessores acreditam de verdade nele) permite tratar os problemas de forma fatiada como se a política adotada em um setor não repercutisse em outras áreas relevantes. São propostas, cada uma, para um país diferente.
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Gilmar Mendes: “O Distrito Federal não tem sequer dignidade para ter autonomia política”

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A frase dura, pronunciada pelo ministro Gilmar Mendes, durante sessão do TSE que barrou o registro do candidato Arruda ao governo do DF, reflete a opinião média que prevalece em todo o país, com relação à emancipação política de Brasília, fixada de maneira ligeira e oportunista na Constituição de 1988. …

Gilmar Mendes foi impiedoso e certeiro com relação à política do Distrito Federal. Durante a leitura de seu voto, o ministro classificou o tipo de política que vem sendo feita aqui de rastaquera, expressão que tanto pode ser usada como fuleira e baixa, como relativa a ostentação, própria dos novos ricos, no caso no DF.

E ao fazer uma reflexão, me veio a cabeça a entrevista concedida por José Roberto Arruda em 28/09/2010 no Correio Braziliense.  De pouca educação ou delicadeza, oportunista ou não, falando a verdade ou não, mentindo ou não, Arruda foi enfático “Eleger Roriz é mostrar que o crime compensa”.

Naquela dia ao ler a entrevista, diante de um amigo, o clã da família, Joaquim Roriz chorou. O mesmo Roriz que hoje dá apoio a candidatura de Arruda. Sua filha Jaqueline Roriz nada falou. Arruda, em 2010 declarou apoio a Agnelo Queiroz.

No governo de Arruda, não foram poucos os rorizistas que reclamaram que eram perseguidos e ameaçados. Segundo eles, Arruda queria destruir a todos. Se Arruda, naquela oportunidade, tinha razão, ninguém sabe. Hoje Arruda diz que é o único com condições de unir todos os grupos e juntou-se outra vez a família Roriz. Hoje ele, Arruda fala mal de Agnelo.

Na entrevista concedida ao jornalista Marcelo Tokarski, o ex-governador Arruda rompia o silêncio de quase um ano depois da Operação Caixa de Pandora, que o levou a prisão.

Arruda afirmou em 2010 que votar em Weslian Roriz significaria dizer que o crime compensa, “é a vitória do coronelismo, a vitória das piores práticas políticas que o Brasil já assistiu. A vitória do clã Roriz significa dizer: o crime compensa..” Além disso, chamava Roriz de quadrilheiro, de atrasado, de incompetente, de destruidor de Brasília.

Para quem não sabe o ministro Gilmar Mendes, é umas das maiores autoridades em Direito Público de nosso país. Sabe tanto o que fala, que divide os seus conhecimentos por meio do IDP – Instituto de Direito Público, e  ao pronunciar a frase que sintetizou a política do DF, talvez nem se recordasse da entrevista concedida por Arruda, que transcrevemos abaixo, caso contrário, “rastaquera” teria soado como elogio aos podres poderes.

Entrevista abaixo.

Às vésperas de completar um ano do escândalo político que abalou o Distrito Federal, o ex-governador José Roberto Arruda, que ficou preso por dois meses e teve o mandato cassado pela Justiça Eleitoral, decidiu romper o silêncio. Ao justificar o fim da “reclusão”, como classifica seu isolamento, Arruda argumenta que não poderia se omitir diante do cenário eleitoral do DF. “Pensei muito antes de romper esse silêncio e essa reclusão a que me impus. Mas chegou um momento que eu cheguei à seguinte conclusão: Ou eu falo agora ou mais tarde poderei ser acusado do pior dos atos, que é a omissão”, afirmou.
Para o ex-governador, a eleição de Weslian Roriz (PSC) nada mais seria do que uma manobra para a volta de seu marido, Joaquim Roriz, ao poder. “Meu voto é contra o Roriz e tudo o que ele representa. Contra essa tentativa desesperada de indicar alguém da família para continuar no poder, contra esse nepotismo atrasado que tenta dissimular uma ambição sem limites”, afirmou. Na avaliação de Arruda, uma eventual vitória do clã Roriz nas urnas representaria a volta do coronelismo. “A eleição do Roriz é a eleição do Durval (Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais e pivô do escândalo), é a eleição do (Édson) Sombra (jornalista envolvido na suposta tentativa de suborno que levou o Superior Tribunal de Justiça a decretar a prisão de Arruda), é a vitória do coronelismo, a vitória das piores práticas políticas a que o Brasil já assistiu. A vitória do Roriz significa dizer o seguinte: o crime compensa”, afirmou.

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JANOT: ARRUDA NÃO PODE MANTER CAMPANHA

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Dados comparativos questionam discurso de candidata no terreno ambiental

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Confesso que não gostei quando Marina Silva insinuou que o Brasil não precisa de “gerentes” mas “estrategistas.” É óbvio que ela queria se colocar na posição de “estrategista”, supostamente mais elevada e relevante, colocando Dilma Rousseff na condição de “gerente.”

Achei esnobismo. Falta de humildade. O motivo você pode ver na comparação que mostra os números consolidados do desmatamento no Brasil. Olha o desempenho da “estrategista.”

Olhando ano a ano, você vai perceber o tempo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), o tempo que Marina passou no Ministério do Meio Ambiente (2003-2007), o período de seu substituto Carlos Minc (2009-2010) e os anos de Izabela Teixeira, já no governo Dilma (1011-2013).

Os dados consolidados são estes.

A estrategista do meio ambiente Marina administrou, em média, 18 000 quilômetros quadrados de desmatamento. Com Carlos Minc, a média caiu para menos da metade: 7000. Com Izabela, encontra-se em 5560, menos de um terço do desempenho de Marina.

Sabe aquela conversa de que o adversário não “está preparado” para governar o país? Pensa “pequeno?” Olha “baixo”? Pois é.
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