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Politica

Um governo que fabrica cortina de fumaça

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O governo de Rodrigo Rollemberg, o tal, Governo de Brasília (GB), (já viu falar?) continua produzindo manchetes para jornais em cima de possíveis irregularidade no,  à época, Governo do Distrito Federal-GDF.

Desde que foi eleito, e lá se vão sete meses,  Rodrigo Rollemberg e sua “equipe” capitaneada pelo secretário-mor, Hélio Doylle, tem buscado obsessivamente erros do governo anterior. Não se faz ou se fala outra coisa que se não do “rombo” até agora falado, mas não provado da gestão anterior.

O novo governo, que não se sabe quando irá estrear, repassou, segundo o deputado Chico Vigilante, informações falsas ao Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) onde move uma ação de improbidade contra o ex-governador Agnelo Queiroz e seu vice, Tadeu Fillipelli, em função dos reajustes salariais concedidos a diversas carreiras de servidores do GDF.

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Politica

…Enquanto isso no palácio do governo..

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Cena 1-  Homem  vestido de terno  e gravata percorrendo salas do palácio  do governo. Abre uma porta e pergunta:

Homem engravatado- O financeiro é aqui?

Interior da sala – Por trás de uma mesa, mulher de meia idade, lixando as próprias unhas com voz indolente:

Mulher- Depende… Do que trata?

Homem engravatado- É aqui o financeiro?

Mulher- Já lhe respondi meu senhor: depende. Do que trata?

Homem engravatado – Dívida minha senhora, dívida. Quase um ano de atraso. É aqui que eu resolvo?

Mulher- Se tem quase um ano de atraso, é divida do governo anterior. Não é aqui não.

Homem engravatado- É onde então?

Mulher- A bem da verdade eu não sei, mas estão falando que ele está na Argentina. Dá um pulinho lá.

Homem engravatado- Espere um pouquinho minha senhora,  quem me deve é o governo e não o ex-governador, portanto é aqui.

Mulher- Me dê aí a nota… Leia aqui ó… Governo do Distrito Federal, tá vendo?

Homem engravatado- Então, GDF, é aqui.

Mulher- Não meu senhor, aquele governo, quebrou, acabou, faliu.
Construiu um estádio e… Bem , não deu certo, quebrou… Nós assumimos só as instalações, o nosso governo é outro, é um que o meu chefe ganhou da imprensa, tem outro nome, é outra coisa. O senhor tem alguma nota com o nome: Governo de Brasília? Não? Então, adeus, vá cobrar lá na Argentina. Aqui só pagamos nossas dívidas, essas sim são sagradas, e salgadas.download

Homem de gravata sai de cabeça baixa dizendo, mudou, pra pior…

Fecha-se o pano

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Politica

Dez razões para (des)acreditar no novo governo de Brasília, vulgo GDF

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Fica cada vez mais claro que Rodrigo Rollemberg quer inovar. São várias situações que deixa isso bem claro:

  1. Não fez a tradicional prestações de contas dos 100 dias de governo;
  2. Mudou o nome do Distrito Federal: Passou de, Governo do Distrito Federal-GDF, para Governo de Brasília-GB, sob a alegação de que Brasília é uma só. A nova identificação, como justifica o governo, é inclusiva, mas pode também ser exclusiva. Será que a população gostou?
  3.  Até hoje, a principal promessa de campanha do governador, não foi cumprida pelo seu primeiro ministro: eleição dos administradores regionais. (Será que esperam que seja aprovada no Congresso Nacional a  emenda à Constituição (PEC 27/02) que cria o estado do Planalto Central, de autoria do então senador (PMDB-MA) Francisco Escórcio e amplamente apoiada pelo à época deputado federal Rodrigo Rollemberg?)
  4.  Trata as dívidas deixadas pelo governo anterior como se fossem pessoais. Não tem prazo para pagar. (mais…)
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Politica

LUIZ ESTEVÃO PODE COMPRAR O CORREIO BRAZILIENSE

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Condenado no regime semiaberto a três anos e seis meses de prisão, por fraudes na construção do Tribunal Regional de São Paulo, o ex-senador Luiz Estevão, que é também um dos homens mais ricos do Distrito Federal, quer se reinventar como ‘magnata de mídia'; em Brasília, ele já fez circular o projeto de criar um jornal eletrônico, mas também abriu negociações para comprar o Correio Braziliense, o maior jornal da capital federal e um dos mais antigos do País, que pertence aos Diários Associados, que enfrentam profunda crise econômica; má notícia para o governador Rodrigo Rollemberg, que pode ter um empresário da pesada nos seus calcanhares

Um dos presidiários mais ricos do País quer se reinventar como magnata de mídia. Trata-se do ex-senador Luiz Estevão, dono do Grupo OK e de um patrimônio bilionário em imóveis, que cumpre pena de três anos e seis meses de prisão no regime semiaberto por fraudes na construção do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo, a famosa obra do juiz Nicolau dos Santos Neto, o “Lalau”.

Estevão, que pode deixar o presídio da Papuda durante o dia e voltou a freqüentar bons restaurantes da capital federal (ontem ocupava uma das principais mesas do Lake’s), já fez circular em Brasília o projeto de criar um jornal eletrônico. Mas, nas últimas semanas, ele também abriu conversas com os Diários Associados, que enfrentam profunda crise econômica, para comprar o Correio Braziliense, o maior jornal de Brasília e um dos mais antigos do País.

Em seus tempos áureos, no governo de José Roberto Arruda, o Correio chegou a receber cerca de R$ 5 milhões por mês em publicidade oficial do Governo do Distrito Federal. Mas essa era ficou para trás. Em crise financeira, o GDF reduziu seu orçamento anual de publicidade de mais de R$ 200 milhões/ano para pouco mais de R$ 30 milhões neste ano, o primeiro da gestão de Rodrigo Rollemberg, do PSB.
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Politica

Rollemberg quer privatizar a saúde do DF

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Governador Rodrigo Rollemberg, Ex-secretário de saúde Jofran Frejat e o ex-governador Arruda.

Governador Rodrigo Rollemberg, Ex-secretário de saúde Jofran Frejat e o ex-governador Arruda.

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), deu ordens ao seu secretário de Saúde, João Batista Sousa, para que apresentasse, até o dia 10 de abril, uma proposta para um novo modelo de gestão de hospitais do DF.

 

Para atender a ordem, o secretário resolveu copiar o modelo tucano aplicado no estado de Goiás (assim como Arruda fez com o hospital de Santa Maria quando era governador), contudo, a proposta já encontrou opositores: em entrevista ao jornal Correio Braziliense, o ex-candidato ao GDF, e ex-secretário de saúde, Jofran Frejat (PR) foi enfático ao afirmar: “Me preocupa a questão da terceirização na área da saúde.  Sou radicalmente contra isso! Tenho receio do que pode acontecer com os direitos dos funcionários”.

 

Na prática, Rollemberg pretende fazer em todos os hospitais do DF o mesmo que seu antecessor, José Roberto Arruda (hoje filiado ao PR) fez com o hospital de Santa Maria, terceirizar a administração dos hospitais.

Fato curioso, é que quando era deputado e Arruda surgiu com a proposta de privatização dos hospitais, Rollemberg foi radicalmente contra a proposta e chegou a declarar:

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Economia

“A empresa que pensar só no Plano Piloto vai errar”

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Para consolidar a identificação da marca BRB com a capital do Brasil, o novo presidente do banco não poupa esforços. Entre os planos da equipe que trabalha na instituição há mais de 20 anos, está a expansão, inclusive para o Entorno

Dizer que a história do Banco de Brasília (BRB) se confunde com a história da capital não é exagero. No ano em que a cidade completa 55 anos de fundação, o banco criado para atender seus “novos” habitantes passa por mudanças importantes. Em 48 anos de BRB, neste ano, pela primeira vez, um funcionário de carreira chega à presidência. Vasco Gonçalves acaba de assumir o mais alto posto à frente de 3.240 empregados, quase 700 mil clientes e 122 agências, sendo seis delas fora do Distrito Federal.
Filho de pai português e mãe goiana, Vasco aprendeu a trabalhar desde cedo. Com as duas irmãs, ajudava na padaria que a família teve na Asa Norte, e aos 14 anos se virava para vender sapatos. A veia de comerciante o ajudou a crescer nas profissões que teve. “O bom de começar cedo é que aprendemos a dar valor ao trabalho”, diz. Antes de prestar concurso para o BRB, em 1992, trabalhou em outro banco, onde entrou como office-boy e chegou a operador de caixa. No BRB, já passou pelas mais diversificadas áreas, inclusive na controladoria, onde pôde conhecer todo o funcionamento interno da instituição.
Hoje, mais do que nunca, ele se mostra incansável para melhorar os números e a imagem do BRB. Diz que sofre com notícias negativas sobre o banco e explica por que os principais gastos da instituição em 2015 e 2016 serão com tecnologia e informática. A questão da privatização, que é sempre colocada em pauta, está descartada nesta gestão. Por causa da regra do período de silêncio, o presidente não pode apresentar os números da instituição, mas não fugiu de questões delicadas, como o rebaixamento da nota de crédito do BRB pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s. A seguir, os principais trechos.

 Sua indicação para a presidência do banco foi uma surpresa para o senhor?
VASCO GONÇALVES – Foi um movimento construído ao longo de um tempo. A escolha acabou culminando na fase de transição de governo, da qual eu estava participando de algumas reuniões e conversas com a equipe do Rodrigo Rollemberg. Tinha ali muitas pessoas conhecidas que me chamaram porque sabiam que eu conhecia bem o banco. Fui para ajudar. A transição é o momento que quem está chegando tem para entender, conhecer, saber como encarar o que vem pela frente. E a equipe estava muito engajada, animada, isso me atraiu bastante. Dava para ver que o pessoal estava empolgado com a eleição em si, mas já com muita vontade de ajudar. As conversas fluíam bem, foi muito engrandecedor. E aí fomos nos aproximando. Depois de alguns encontros, em uma fase mais avançada, já analisando currículos, o próprio governador me chamou um dia e fez uma minissabatina. Fiquei surpreendido com a quantidade de informações que ele já tinha do banco, a facilidade que tem de absorver informações. Ele fez as perguntas-chave. Um tempo depois, recebi o convite efetivamente.

 

E quais são os maiores desafios nessa nova função?
São muitos. Tanto por causa desse conturbado mercado bancário, em que temos muita concorrência – Brasília está em uma área em que o PIB (Produto Interno Bruto) é um dos melhores do país, temos uma renda mais estável, com muitos funcionários públicos e os bancos concorrem muito aqui dentro – quanto pelo momento econômico que o país vive. A situação que estamos vivenciando cria certa dificuldade para o nosso sistema.

Em que medida?
É que estamos em um momento de modernização tecnológica do BRB. Isso já começou e é um caminho em que não dá para diminuir o ritmo ou parar. Só dá para acelerar ou, pelo menos, manter o ritmo. E, efetivamente, nós precisamos é acelerar esse investimento em tecnologia. Mas culminamos com um ano ruim para a economia, e então precisamos medir bem a dose de investimentos. Não dá para negar que investimento é dispêndio num primeiro momento, vai dar frutos só mais à frente, representa um grande desafio no ajuste de contas.
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Politica

A ladainha do governo Rollemberg

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  O governador Rollemberg continua na obcecada caça aos malfeitos de seu antecessor 

 

O governador Rollemberg continua no palanque de campanha e até agora não conseguiu dizer a que veio.

Um dos seus secretários, indagado por empresários credores do governo, disse em alto e bom tom que não tem dinheiro para quitar as contas, que a preferência é  os professores. (Medo de manifestações?).

Outro empreendedor  disse que já são quase 10 meses de atraso do pagamento, e a resposta do secretário foi: “Nós só respondemos pelo atraso do nosso governo.”   Parecem crer que as dívidas do GDF são pessoais, de quem as contraiu, no caso , o ex-governador Agnelo Queiroz  e não do Governo  Distrito Federal.

 

Lá se vão 100 dias

Rollemberg (ou Doylle?) quebra mais um tradição:  A de prestação de contas dos primeiros 100 dias de governo. A  aguardada prestação deverá ser feita nos 120 dias, com apresentação de projetos para 2015, ou o que faltar dele. (O então candidato não tinha programa de governo quando da camapnha e nem procurou fazer um?)

 

Sem prazo para pagamento

Quando perguntado sobre qualquer pagamento por parte do GDF a resposta  é: “Os cofres estão vazios, a culpa é do governo anterior”.   Será que isso ainda justifica? Começa acender a luz vermelha do desemprego na cidade. Comerciantes reclamam que as vendas estão caindo , compromissos vencendo,  fornecedores à porta, gerentes de bancos ligando e todas  as consequências que atrasos de pagamentos acarretam. No Buriti nem o lema “Deve não nego pago quando  puder” vale. Lá  o Bordão é outro: Não temos dinheiro nem prazo para pagamento.

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Politica

Rollemberg  (continua) no palanque

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GOVERNADOR BRT

 

Alguém precisa dizer ao governador Rodrigo Rollemberg que a campanha terminou e que ele foi eleito, não o Doylle. Também é  necessário que ele desça do palanque, pois que a cidade para qual foi eleito,  aguarda ansiosa que o seu governo comesse efetivamente.

Em conversa com populares, já dá pra perceber que a população não anda nem  um pouco satisfeita com o governador atual. Alguns começam a falar  que a  “coisa” que impede o governo andar é pessoal, uma vez que, mais do que gerir a cidade, o governador e sua equipe estão querendo é desconstruir o ex-governador  Agnelo, se é que precisa, e de tabela o Partido dos trabalhadores (PT).

Hoje completa 85 dias da posse de Rollemberg e início de sua gestão, ―ou indigestão?  E desde então o que se viu foi uma sucessão de admissões, demissões intempestivas, dúvidas, inércia, querelas, atraso de pagamento, cobranças de promessas de campanha e muita, muita desculpa  respaldada no antigo bodão: “A culpa é do governo anterior”.
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Geral

Rollemberg conseguirá reunir Arruda e PT num mesmo governo?

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Chico Leite, Rodrigo Rollemberg, Roberto Arruda, Wasny de Roure,  Ricardo Vale, Chico Viigilante e Jofran frejat

Chico Leite, Rodrigo Rollemberg, Roberto Arruda, Wasny de Roure, Ricardo Vale, Chico Viigilante e Jofran frejat

 

Ao que parece Rollemberg não quer oposição ao seu governo. Tenta juntar adversários históricos sob a  mesma tenda.

 

As notícias do domingo sobre a política no Distrito Federal é de deixar qualquer um de cabelo-em-pé.

A coluna Do Alto da Torre do Eduardo Brito, publicada no jornal de Brasília de hoje, informou que o governador Rodrigo Rollemberg tem procurado a bancada petista da Câmara Legislativa do Distrito Federal-CLDF. Ainda de acordo com a matéria, os petistas têm atendido aos chamados com certa satisfação. Afinal, deve-se olhar para o bem da cidade.

 

Já o Blog do professor Chico, dá como certa a ida de  José Roberto Arruda, isso mesmo, o ex-governador e ex-candidato ao GDF, para compor no governo Rollemberg. Junto, não podia deixar de vir Jofran Frejat, exatamente, o ex-candidato e adversário do atual governador.

 

Caso as informações venham a se concretizar, o que estará pensando Rollemberg? Se estiver pensando em governabilidade, e acendendo uma vela pra deus e outra para o diabo, pode até que dê certo e o governo dele finalmente decole, o que sequer ameaçou nestes quase 100 dias. Mas se estiver pensando em neutralizar a oposição e com isso conseguir nadar de braçada, estará cometendo mais um equívoco neste início de governo, por inúmeras razões, inclusive porque, ao que se diz: “Água e óleo não se misturam” Ou será que Rodrigo conseguirá essa façanha?

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Sociedade

Rollemberg apoia grilagem de ricos e manda derrubar moradias de invasores pobres

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Fonte: Radar Condomínios

O Parque Ecológico Península Sul, na QL 12 do Lago Sul, localizado na orla do Lago Paranoá, uma das áreas mais bonitas de Brasília, que deveria servir ao uso de todos por ser pública, foi privatizada por um grupo de poderosos moradores que contam com o apoio direto do governador Rodrigo Rollemberg.

Quem chega para caminhar ou andar de bicicleta pela ciclovia de 5 km e contemplar uma bela vista oferecida pela orla se defronta, no local de acesso, com uma grade fechada por cadeado e rolo de concertina aspiral elétrica sobre a cerca. A decisão do fechamento do local para o publico foi tomada pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram) que administra os parques do Distrito Federal.

O Parque Península dos Ministros recebeu esse nome devido à presença de moradores ilustres do governo e embaixadas na QL 12. Mas o nome oficial é Parque Ecológico Península Sul. O parque foi criado com o objetivo de disponibilizar essa área nobre do lago Paranoá a toda população do DF.

O Radar visitou a área e foi informado por um professor de kitesurf, que usa o local para manobras radicais do esporte aquático, que o fechamento do parque ao publico foi determinado pelo GDF. “Achei a medida muito drástica, discriminatória e preconceituosa contra as pessoas que não moram no Lago Sul”, diz o professor ao Radar.download (2)

 

A medida foi para atender ao pedido de um grupo de quatro ricos moradores que se sentiam incomodados com a presença de pessoas vindos de outras cidades do DF como Ceilândia, São Sebastião, Jardim botânico e Paranoá, para desfrutar daquela área pública.

A justificativa era de que os ilustres moradores estavam se sentindo inseguros nos dias de maior fluxo no parque, como finais de semana e dias de sol, por causa dos furtos às residências, bem como o aumento do consumo de drogas no local. “Isso aqui tinha virado penico de Brasília”, disse um morador que não quis se identificar.

Tal fala, revela um tom de segregação social alimentada pelo próprio GDF, uma vez que prioriza os investimentos e melhorias em áreas onde se concentra a população com maior poder aquisitivo, político e social, e ignora as partes mais carentes do DF.

Porem, para a maioria dos moradores da orla, fechar a entrada do parque não foi a melhor solução para os problemas que vinham ocorrendo. O professor Carlos Augusto(42), que frequenta a área desde criança afirmou que “ao invés de tornar o Parque Ecológico Península Sul, em espaço vip só para os bacanas, o GDF deveria colocar uma equipe de segurança como existe no Parque da Cidade e policiamento para conter registros de furto e uso de drogas”. No IBRAM ninguém quis comentar o assunto.

O Radar procurou o deputado Rodrigo Delmasso (PTN) que classificou como uma aberração a implantação da segregação urbana do Parque da Península Sul e vai cobrar da presidente do IBRAM, Jane Vilas Bôas, uma explicação para tal medida.

“Não posso concordar que pessoas que não moram no Lago Sul possam ser impedidas de participar de atividades normais da sociedade em um espaço publico. O governador tem que tomar providência sobre isso”, contestou Delmasso.

O GDF se enquadra aos ricos e enquadra os pobres

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Sociedade

AUDIÊNCIA PÚBLICA COLOCA EM DISCUSSÃO PROPOSTA DO GDF DE PAGAR COM DESCONTO DÍVIDAS COM AS TERCEIRIZADAS

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Nesta quinta-feira, 05/03/2015, às 15 horas, será realizada uma Audiência Pública no Plenário da Câmara Legislativa, em repúdio à proposta feita pelo GDF às empresas terceirizadas, de pagamento das dívidas existentes com desconto.

De acordo com os sindicatos das empresas que mantém contratos de terceirização de serviços com o Governo do DF, o pagamento com descontos é um absurdo, tendo em vista que os contratos já não têm margem de lucro suficiente que permita qualquer desconto.

As diretorias do SEAC/DF – Sindicato das Empresas de Asseio, Conservação, Trabalho Temporário e Serviços Terceirizáveis do DF – e do SINDESP/DF – Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Sistemas de Segurança Eletrônica, Cursos de Formação e Transporte de Valores do DF – ressaltam também que os serviços foram efetivamente prestados, havendo, inclusive, o reconhecimento da dívida, uma vez que os gestores atestaram as notas fiscais correspondentes.

 

DÉBITOS PENDENTES

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Sociedade

…E o emprego está indo pelo ralo

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Como fala o popular: “Não está fácil para ninguém”. No Brasil, entramos em um período de “vacas magras”, mas aqui no Distrito Federal, a danada está indo pro brejo.

 

Se no Brasil, o judiciário caminha para extinguir o país  prendendo quem de fato deveria estar preso, aqui no DF,  Moro e companhia faz escola. Milhares estão sendo desempregados e outros também serão nos próximos dias em razão de quebra de empreiteiras envolvidas na operação Lava Jato. Tudo em nome de uma pretensa (des) moralização do estado.

 

No final do ano passado, empresários e peessedebistas  exigiam o desemprego no Brasil como forma de controlar a “inflação”. A presidenta e então candidata, Dilma Roussef, bradou: ” Mas nem que a vaca tussa eu vou mexer nos direitos dos trabalhadores.” A vaca tossiu.

 

No final de semana o ministro da fazenda, Joaquim Levy, levou um puxão de orelhas ao afirmar que a “ Desoneração da folha foi uma brincadeira e que — Essa brincadeira nos custa R$ 25 bilhões por ano e não tem criado e nem sequer protegido empregos — afirmou.

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No Distrito Federal, o MP entrou com Adin contra o GDF no sentido de anular os aumentos concedidos a mais de 100 mil servidores. Interessante é ouvir o governo falar que a arrecadação caiu mais de 100 milhões do que o previsto e isso leva a falta de recursos para honrar compromissos do governo. Ora, se no Distrito Federal os empregos são predominantemente públicos, e se os servidores não recebem salários, obviamente não gastam, se não gastam, não geram impostos… “Vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais? ”

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Sociedade

UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS DOS FUNDOS PARA PAGAMENTO DE SALÁRIOS

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O governador Rodrigo Rollemberg anunciou que encaminhará projeto de lei à Câmara Legislativa dispondo sobre a transferência dos recursos dos fundos destinados ao funcionamento de algumas áreas vitais do GDF para pagamento de salários. No caso do Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente isso não será possível, tendo em vista que o art. 269-A da Lei Orgânica do DF veda esse tipo de intenção:

Vejamos o que diz o mencionado dispositivo legal, principalmente o parágrafo único:

“Art. 269-A. O Poder Público manterá o Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente, com dotação mínima de três décimos por cento da receita tributária líquida. 
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Audiência pública sobre metas fiscais é marcada por debate sobre déficit

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Oposição afirma que Agnelo deixou recursos superiores a R$ 957 milhões no caixa do GDF

Oposição afirma que Agnelo deixou recursos superiores a R$ 957 milhões no caixa do GDF

Oposição afirma que Agnelo deixou recursos superiores a R$ 957 milhões no caixa do GDF

A audiência pública que a Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) da Câmara Legislativa realizou na manhã desta quarta-feira (25), destinada à prestação de contas das metas fiscais do terceiro quadrimestre de 2014, transformou-se num amplo debate sobre a atual situação financeira do DF e a suposta falta de recursos para pagamento de dívidas deixadas pelo governo anterior.

O secretário de Fazenda do DF, Leonardo Colombini, fez uma rápida apresentação aos deputados distritais, técnicos do governo e demais convidados do relatório sobre o desempenho da execução financeira do DF. Mas o que gerou polêmica foi a divergência dos números sobre o suposto déficit deixado pelo governo Agnelo – tema que domina o noticiário do DF desde o começo do ano.

Colombini rebateu as críticas apresentadas pelos deputados petistas Chico Vigilante e Chico Leite de que o governo Agnelo deixou em caixa recursos superiores a R$ 957 milhões, conforme pesquisa feita no sitema Siggo, do Governo do Distrito Federal. Os petistas também refutaram que só havia R$ 64 mil de saldo, e desafiaram os secretários a provarem o contrário.
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Politica

VIGILANTE DIZ QUE GDF TEM DINHEIRO PARA PAGAR OS PROFESSORES

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Na tarde de segunda-feira (23/Fev) a categoria de profissionais da Educação, representada pelo Sindicato dos Professores do DF (Sinpro), decidiu fazer nova paralisação até a próxima sexta-feira (27/Fev). O GDF aguarda a liberação da Antecipação de Receita Orçamentária (ARO) e alega não ter recursos para efetuar o pagamento em atraso dos servidores da Educação e da Saúde, remanescentes do governo do ex-governador Agnelo Queiroz (PT). Mas o deputado distrital, Chico Vigilante (PT) contesta o governo e diz que há recursos em caixa para efetuar o pagamento dos professores.

Enquanto o GDF aguarda parecer do Governo Federal em relação à liberação de R$ 400 milhões, da antecipação da ARO, aprovado na última semana pela Câmara Legislativa do DF (CLDF), os professores permanecerão em paralisação, caso a Justiça não considere o pedido de ilegalidade da Procuradoria-Geral do DF. A expectativa é que a resposta da União ocorra até o dia 27.

41690a656e2c08354937651e5be6143eEmbora o GDF sustente não haver recursos para pagar os profissionais de Educação e até se proposto a fazê-lo em março, por causa do aumento de receitas, provenientes da recebimento de arrecadações de impostos, Vigilante, garante que há dinheiro em caixa para pagar aos professores.

De acordo com dados do Distrital, em um vídeo recebido pelo Política Distrital, no dia 23 o GDF anunciou haver em caixa apenas R$ 74 milhões, porém a disponibilidade era de R$ 1.798 bilhões, sendo R$ 981 milhões disponíveis, “para remanejar e utilizar no que quiser”, além de R$ 442 milhões investidos em aplicações financeiras.
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